domingo, 15 de julho de 2012
Momentos...
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A Sorte...
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Esquece as tuas ansiedades...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Emoções, dificeis de controlar...
Feliz, aquele que controla as suas emoções. Na sociedade em que estou inserida, é tão difícil controlar os meus anseios, medos, entusiasmos... É tão difícil ser eu mesma, sem ter medo de ser julgada.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Vive Intensamente!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
"Ser ou não ser, eis a questão."
domingo, 4 de dezembro de 2011
Pedras no caminho?
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Da Gente que eu gosto...
Eu gosto de gente com capacidade para assumir as consequências de suas acções, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.
Eu gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo dia, as coisas boas que existem na sua vida, que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.
Eu gosto da gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. Gosto da gente que possui sentido de justiça. A estes chamo de meus amigos.
Eu gosto da gente que sabe a importância da alegria e a pratica. Da gente que por meio de piadas nos ensina a conceber a vida com humor. Da gente que nunca deixa de ser animada.
Eu gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão.
Eu gosto da gente que pensa e medita internamente. De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereótipo social, nem como se apresentam. De gente que não julga, nem deixa que outros julguem. Gosto de gente que tem personalidade.
Eu gosto da gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração.
A sensibilidade, a coragem, a solidariedade, a bondade, o respeito, a tranquilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tacto, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.
Com gente como esta, me comprometo, para o que seja, pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber reviver.
A glória não consiste em não cair nunca, mas em levantar-se todas as vezes que seja necessário.
E ISSO É ALGO QUE MUITO POUCA GENTE TEM O PRIVILEGIO DE PODER EXPERIMENTAR.
Bem aventurados aqueles que já conseguiram receber com a mesma naturalidade o ganhar e o perder, o acerto e o erro, o triunfo e a derrota..."
Mario Benedetti
domingo, 27 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Tudo o que eu te dou, tu me dás a mim... :)
"Eu não sei, que mais posso ser
um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim é o coração
eu não sei, que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser
Foram tantas as noites sem dormir
tantos quartos de hotel, amar e partir
promessas perdidas escritas no ar
e logo ali eu sei...
(Que) Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que aprendeste no cinema
mais peço-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar
"Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer"
Pedro Abrunhosa
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Gosto/Não Gosto
Gosto de música.
Não gosto da mentira.
Gosto de cães.
Não gosto da hipocrisia.
Gosto de massa.
Não gosto do barulho.
Gosto de ser sensível,
mas não gosto de ser excessivamente sensível.
Gosto de praticar exercício físico.
Não gosto de sentir preguiça.
Gosto de pessoas musculadas,
mas não gosto de pessoas excessivamente musculadas.
Gosto de sopa.
Não gosto de excessos.
Gosto de conversar sobre a vida.
Não gosto quando não me olham nos olhos quando falo.
Gosto de mim.
Não gosto de não gostar.
Gosto de me sentir viva.
Não gosto de repteis.
Gosto de flores naturais.
Não gosto do que não é natural.
Gosto de contemplar.
Não gosto de superfícies grandes.
Gosto do Amor.
Não gosto de máquinas grandes.
Gosto de mim.
Não gosto dos meios de comunicação social.
Gosto dos meus amigos.
Não gosto de críticos.
Gosto da minha família.
Não gosto da injustiça.
Gosto de licores.
Não gosto do desconhecido.
Gosto de bares em frente ao mar.
Não gosto da superioridade.
Gosto da Natureza.
Não gosto da falta de organização.
Gosto de me conhecer e de conhecer o outro.
Não gosto de ver lixo no chão.
Gosto de fazer caminhadas pela Serra.
Gosto de nadar, especialmente em rios de águas limpinhas. :)
Gosto do cheiro dos eucaliptos, do mar, e do Verão.
Gosto da chuva e da neve.
Gosto da praia.
Gosto de fotografia.
Gosto de ser surpreendida.
Gosto de dançar, principalmente com o meu namorado e sem música. :)
Gosto de ballet contemporaneo.
Gosto de ter as unhas arranjadas. :)
Gosto de Recordar.
Gosto de ter fé e esperança.
Gosto da honestidade.
Gosto de viajar.
Gosto de sonhar.
Gosto de sorrisos.
Gosto do romantismo.
Gosto da espontaniedade.
Gosto de abraços.
(...) estaria aqui muito tempo a dizer aquilo que gosto e não gosto, mas deparo-me que são mais as coisas que gosto do que as que não gosto. Experimentem para ver se a vocês acontece o mesmo. Há coisas que nem me apercebi que realmente gostava ou não.
Nota: Esta fotografia foi tirada pelo meu amigo Pedro Oliveira com a minha máquina fotográfica.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
"Olhar positivamente para ver melhor"
Este modo pessimista de encarar a vida, alimentado por uma mórbida publicidade donde só se realça o negativo que existe e até o que se inventa para maior sensacionalismo, deixa marcas na nossa mente e no nosso coração. Pode habituar-nos a só olhar fixamente para onde há obscuridade, para onde se cai e se tropeça, a ver que as pessoas são necessariamente mal intencionadas e que por isso temos que nos manter perante elas à defensiva e viver na desconfiança.
Ainda que alguns afirmem que este modo de ver as coisas é "ser realista" e "ter os pés assentes na terra", é, no fundo, estar preso no barro deste mundo e permanecer num canto obscuro desde onde não se pode ver nem saborear o lado luminoso e agradável da vida, nem encontrar uma saída para os problemas que nela se nos colocam.
Neste último aspecto eu creio que, como afirma Salvador A. Carrión, há muitas pessoas que perdem o seu equilíbrio interno e o seu bem-estar pessoal quando se encontram numa situação que rotulam como um "problema". É como se lhes caísse em cima um peso enorme que os esmaga, sobretudo quando sentem que "o seu problema não tem solução".
O que acontece habitualmente na maioria dos casos é que confundimos os factos que desencadeiam o problema com o problema em si, na realidade, os factos que originam o problema é possível que não tenham solução, mas o conflito que se gera em nós sim que a tem. Alguns exemplos simples podem clarificar a distinção:
Imagina que tens um encontro importante e que, quando te dispões a sair, deparas-te com o que tu chamas um "problema": o teu carro avariou-se. A avaria é só um facto, "o problema" é procurar e encontrar um meio de transporte para chegar ao teu encontro.
"Tenho um problema familiar: a minha mãe ficou doente", dizemos habitualmente. Na realidade, a doença é um facto, "o problema" é como enfrentar essa doença de modo construtivo tanto no âmbito emocional, como no familiar e no laboral...
Perante qualquer situação problemática, o importante é que tentes descobrir qual é realmente "o problema" em vez de ficares negativamente preso nos factos que o desencadeiam. Se o fazes, no fundo de ti podes descobrir as respostas e encontrar as alternativas. Se elas não existem, isso não é um problema mas um facto consumado: estes factos formam parte da nossa vida e, encarados positivamente, eles podem e devem ajudar-nos a crescer.
"Olhar positivamente" é saber descobrir o lado bom das pessoas, das situações e das coisas: esse lado existe sempre. Só necessitamos de "olhos" para o ver. Ainda que a terra esteja cheia de cardos e a vida de complicações, é sempre possível encontrar uma flor nalguma parte, sempre é possível ir pelo lado amável da realidade e viver e sorrir, é sempre possível andar pelo mundo acreditando nas pessoas e repartir diariamente com os outros o pão da delicadeza e da proximidade.
Na vida, somos nós quem criamos o nosso céu ou o nosso inferno. O modo como olhamos penetra no nosso coração e pode-nos amargar ou fazer felizes. Os nossos olhos para captar a realidade são as janelas do coração: é preciso abri-las à luz e essa luz chegará também ao nosso interior. Então, e ainda nas nossa complicações e na monotonia dos nossos dias cinzentos e das nossas ocupações quotidianas, saberemos descobrir as cores escondidas que têm todas as coisas."
Mª A. de los Ríos